Obesidade não é um direito! Da ignorância à Responsabilidade

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5 de October de 2011
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Obesidade não é um direito!

Essa manhã eu estava lendo uma coluna muito interessante em um Jornal Australiano na Internet onde o autor questionava se a obesidade era questão de livre-arbitrio ou não.

Esse autor comenta também que os Governos estao agindo de forma muito passiva ao garantir o principio democratico da livre escolha ao permitir que as pessoas escolham alimentos e hábitos que são nocívos a sua própria saúde.

Mas ao analisar alguns dados recentes, como por exemplo:

- No século 21, a epidemia de obesidade – em conjunto com as suas manifestações juntamente com as doenças cardiovasculares e diabetes – está matando mais pessoas por ano do que o número anual de qualquer guerra da história humana, mais gente por ano do que a peste bubônica e a gripe espanhola, mais pessoas por ano do que morreram em 20 anos de Aids. Existem hoje mais pessoas com sobrepeso e obesidade no mundo do que há de pessoas subnutridas.

- O custo da obesidade só na Austrália é estimado em 8,3 bilhões dólares americanos por ano, e será uma das principais causas do aumento das despesas de saúde nos próximos 20 anos. Isto significa menos para as escolas, educação, transporte e previdência social.

- Um estudo americano mostrou que um quinto (20%) do total das despesas dos EUA em saúde seriam necessários para tratar as conseqüências da obesidade em 2020. E tem havido um aumento de três vezes a pressão arterial elevada entre as crianças nos últimos 10 anos.

- Uma fatia importante da geração atual não pode viver tanto quanto seus pais. E quando eles sobrevivem, eles vão criar um fardo pesado custo para a sociedade através de medicamentos, cirurgias, consultas e perda de produtividade.

Qual é o papel do governo em parar esta epidemia?

As pessoas que abusam de seus corpos através de maus hábitos alimentares e a falta de exercício tem os mesmos direitos aos serviços de saúde do que as pessoas que adoecem por acaso ou acidente?

Na minha opinião, toda a base escolar deveria ser revista, deveriam incluir ensinamentos com alimentação saudável e pratica de atividades físicas, seja atraves de praticas ludicas ou deportos coletivos, ou através da arte como a dança e as expressoes de movimento

Mas infelizmente o pensamento daqueles que controlam a base da ciencia e da educação é medíocre, medíocre por achar que se deve ensinar logaritmos, equaçoes de numero de Mol para as crianças, e enquanto isso elas deteriorando seus corpos e limitando suas inteligencias ao se entregar para tanto alimento tóxico e práticas sedentárias.

Os governos já não estão resistindo a tanta pressão e agora resolveram alertar sobre os males do acúcar, coisa que já se sabe a mais de 30 anos, mas como a indústria é muito rica ela nao permite que haja um senso geral de conscientização pois a mídia, a propaganda, as cores e a publicidade sao muito mais fortes que alguma pesquisa que surge aqui ou acolá.

No mínimo os governos devem começar a taxar os alimentos mais caloricos e com mais lixo e promover o reencontro do ser humano consigo mesmo através de qualquer tipo de pratica fisica, assim estaremos voltando ao normal pois na ultima geração nos desviamos totalmente de como deveriamos cuidar de nossos corpos e mentes. Se fizemos isso pra evoluir e ganhar mais inteligencia, usemos essa inteligencia para re-contextualizar nosso hambiente e nossos hábitos uma vez que nao conseguimos voltar no tempo, ainda.

Grande abraço

André Pierin

 

Endereço do Jornal que cita os estudos, em inglês:

http://www.smh.com.au/opinion/contributors/obesity-is-not-a-right-20090926-g75j.html

 

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